AllTV: tupi or not tupi?

Nova Escola de Marketing
04 de julho de 2002

Conheça a emissora de TV feita para a internet.

Então…

São Paulo, bairro do Sumaré. Era 1950, noite de 18 de setembro. Diante de uma câmera que pesava quase meia tonelada e sob forte iluminação, a atriz Iara Lins se aproximou do microfone e recitou com voz trêmula:

“Senhoras e senhores telespectadores, boa noite. A PRF 3 TV – Emissora Associada de São Paulo orgulhosamente apresenta neste momento o primeiro programa de televisão da América Latina.”

Naquele momento, milhares de pessoas se apinhavam diante dos 22 aparelhos espalhados pelo centro de São Paulo e no saguão dos Diários Associados, na Rua 7 de Abril. Como estava na última hora, Chateaubriand não conseguiu importar aparelhos de televisão suficientes, então mandou contrabandeá–los.

O primeiro programa chamava–se TV na Taba: na apresentação, Hebe Camargo deveria cantar o hino da televisão, com música de Marcelo Tupinambá e letra de Guilherme de Almeida, mas um resfriado a tirou do ar e foi Lolita Rodrigues quem interpretou a canção.

Para desespero generalizado, uma das câmeras pifou justamente no dia da inauguração. Com engenho e malandragem, Cassiano Gabus Mendes e Dermival Costa Lima conseguiram transmitir duas horas de atrações com uma única câmera.

O magnata da mídia Assis Chateaubriand se orgulhava de ser capaz de materializar suas bravatas. Viu a TV nos Estados Unidos, se encantou e prometeu levar a novidade para o Brasil.

Trazer o novo meio de comunicação para Pindorama foi uma loucura, segundo o relato de Fernando Morais em Chatô: o rei do Brasil. Francisco Assis Chateaubriand Bandeira de Melo atropelou todas as “impossibilidades” técnicas e estruturou a TV Tupi quase a partir do zero. Arregimentou profissionais do rádio, do teatro e do cinema, importou técnicos e equipamentos. E a voz de Iara Lins proclamou, de fato, a primeira transmissão de TV da América Latina.

…e agora

Junho de 2002. São Paulo. Uma casa reformada, em uma rua movimentada de um bairro residencial de classe média alta em São Paulo. Aqui funcionam os estúdios da AllTV, a TV “da” internet (e não “na” internet, como faz questão de frisar o release da emissora).

Com um investimento inicial de US$ 2 milhões, a AllTV funciona aparentemente como uma tevê convencional, mas foi desenvolvida para atender as características e o formato da internet. Assim, utiliza câmeras digitais ao invés das convencionais. O sinal chega pela internet, e não por satélite ou antenas.

Como o monitor de vídeo é pequeno – e o espectador fica a 30 centímetros dela e não a 3 metros de distância, como ocorre com a televisão tradicional – a AllTV foi feita para ser assistida de forma individual, e não por várias pessoas ao mesmo tempo. A sua linguagem também segue um conceito diferente: lembra o estilo de uma rádio FM, sem roteiros rígidos ou pré–determinados.

A emissora se afirma como “a primeira emissora de televisão do mundo feita especialmente para a internet, planejada para se manter no ar durante 24 horas e ao vivo, num processo inédito de interação com o internauta/espectador”.

A casa no Paraíso foi reformada e micro–câmeras foram instaladas em todos os aposentos, com exceção dos banheiros. Assim, qualquer ponto da casa–estúdio pode entrar “no ar” a qualquer momento. “No ar” entre parênteses, porque a AllTV não está no ar, mas nos fios telefônicos e cabos que conectam seus servidores à rede mundial.

Alberto Luchetti Neto, o diretor da AllTV, não é um louco delirante como Chatô. É um profissional de televisão com muita experiência. Diferente de Chatô, não precisou inventar uma linguagem do nada, nem transformar pessoal de rádio em pessoal de TV. Ao contrário: a AllTV forja sua linguagem transformando profissionais de TV em pessoal de “Net–rádio com imagem”.

Existe toda uma enorme experiência cumulativa, de fato são cinqüenta anos de mídia televisual e seus derivados contribuindo para esse novo híbrido. Não apenas os profissionais e os equipamentos evoluíram, mas também o público. Um público que se sente à vontade com a linguagem, com os termos técnicos da transmissão.

Segundo o press–release da AllTV, o público–alvo é formado principalmente por 23 milhões de usuários de internet que existem no Brasil. Destes, 80% estão na faixa dos 14 aos 34 anos e mais 10% entre 35 e 44 anos.

Linguagem de rádio na internet, com imagem

A programação da AllTV lembra muito os talk–shows de rádio, especialmente aqueles apresentados por duplas de locutores. A referência é proposital. É uma maneira de contornar as limitações tecnológicas da transmissão de TV pela internet. A imagem e o som ainda são sofríveis, mesmo em conexões velozes.

Assim como no passado a mídia impressa alimentou o rádio e este, logo depois, a televisão, hoje a convergência tecnológica permite que todos eles – rádio, televisão e mídia impressa – alimentem o áudio, texto e imagem da AllTV. A transmissão é feita em regime “live streaming”, usando a compactação MPEG4, e a codificação da imagem através do Windows Media. Servidores Intel e Sun de alta capacidade permitem o acesso de milhares de pessoas ao mesmo tempo e todos os dias.

De uma forma tecnicamente simplificada, um servidor de encoding capta as imagens que saem do switcher (controle geral da TV) e as codifica para a internet. Estas imagens são enviadas para um servidor de streaming que faz a distribuição para a web. Há ainda o web server, que é outro servidor que hospeda o site da TV propriamente dito e que “requisita” as imagens que vão ao ar ao servidor de streaming. A AllTV tem ainda uma rede de 50 computadores para atender o switcher, a redação, a pauta, a reportagem e a direção.

A AllTV iniciou suas transmissões experimentais em abril (do mesmo modo que a Tupi, que fez seus primeiros testes em abril de 1950). Em 6 de maio, a emissora começou a transmitir a programação regular, com 18 horas ao vivo. No dia 13 de maio, começou a transmissão em tempo integral.

Fugir do localismo, através da rede global

A direção geral da AllTV é de Alberto Luchetti Neto, jornalista com 30 anos de experiência em jornal (Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo), rádio (Jovem Pan e Bandeirantes) e televisão (Canal 21, Bandeirantes e Globo). Ele comanda os 120 profissionais que foram selecionados para integrar a emissora. O principal desafio foi encontrar quem pudesse ao mesmo tempo atender requisitos como a disponibilidade para atuar ao vivo, a qualquer momento do dia ou da noite, e tivesse potencial para dominar a agilidade do rádio, o jornalismo e o entretenimento das transmissões de imagens digitais interativas, a linguagem da mídia impressa (jornais e revistas) e entendesse a praticidade e o alcance, no conteúdo e na forma, típicas da internet.

O Webinsider entrevistou Alberto Luchetti nos estúdios do Paraíso.

Webinsider: Como surgiu a idéia de criar uma emissora de TV, 24 horas ao vivo na internet?

Alberto Luchetti: Eu sentei com o Marcos Barreiro (diretor de criação) e o Jorge Matsumi (diretor de operações) e começamos a desenvolver o projeto, admirados por não existir nada semelhante no mundo. Desde o princípio, trabalhamos muito com a interatividade e chegamos à conclusão que a TV tinha mesmo que ser 24 horas ao vivo. O Barreiro começou a definir a programação como a “estética da fome”, do Glauber Rocha. Nossa idéia era dar mais atenção ao conteúdo do que à qualidade da imagem.

– E qual foi a primeira indicação de que vocês estavam no caminho certo?

Foi durante a Copa. Nós não podíamos mostrar os jogos, mas conseguimos fazer uma bela cobertura paralela do evento. O prime–time do Japão é entre as 7 e dez da manhã no Brasil, durante o programa Web News. Os brasileiros no Japão, usando computador e micro–câmera, entravam ao vivo na programação e faziam um “boletim independente” sobre a Copa. Durante informações sobre os jogos, os internautas daqui e de lá complementavam informações e acrescentavam dados ao texto dos apresentadores. Chegamos a furar a mídia tradicional, ao informar sobre um terremoto ocorrido bem ao lado do estádio onde seria a final.

– E essa aposta na “interatividade”? Funciona, ou é só um slogan?

A interatividade é total, uma coisa que nos deixou totalmente fascinados. Com menos de três meses “no ar”, e com 3.000 usuários únicos, chegamos a ter 12 milhões de pageviews. Isso porque os usuários ficam em média uma hora, até uma hora e meia ligados na programação. E isso levando–se em conta que a maioria dos usuários usa linha discada, são poucos que tem banda larga.

Com o advento da AllTV, esses conceitos de pageview e usuário único precisarão ser revistos. Grau de interesse e o tempo de permanência são importantes. Antes de colocar essa emissora no ar, nós fizemos uma pesquisa qualitativa, com homens e mulheres, adultos jovens. Para entender um pouco o processo e para que esse público nos orientasse até na escolha de nomes de programas. Às vezes, dávamos apenas uma frase e qual não foi nossa surpresa ao ver que a partir de uma simples frase o público adivinhava o assunto do programa.

Nossa previsão é que esses adultos jovens estariam dispostos a passar até uma hora na frente do computador. Nós achávamos que uma hora, uma hora e meia de conexão já seria um absurdo. Com a AllTV no ar, vimos que tem internautas que ficam 3, 4 horas conectados na programação. No caso do Web News, que vai das 7 às 10, o programa tem espectadores que ficam conectados durante a transmissão toda.

– Mas não são exatamente programas de televisão, não é? A programação da AllTV é mais próxima do rádio do que da TV, são vários talk–shows de rádio.

Mas (o Web News) é um programa de análise dos fatos, você comenta as notícias. É um programa que vai ao encontro dos espectadores, e não “de encontro” .

O Web News são dois caras de meia–idade que dão a cara para bater por três horas. Não tem intervalo comercial, nós só trabalhamos com merchandising. Não tem vetê. E os caras ficam conversando com a gente por três horas. E entram pessoas direto dos escritórios, que na maioria dos casos já tem os computadores em rede, com conexões mais rápidas. Teve uma ocasião onde vão se reunindo na frente do micro, até o chefe que veio dar bronca parou para assistir.

– Como se banca essa emissora? Como vocês convenceram os anunciantes a investir em internet, num momento em que a rede parece tão pouco atraente para o capital?

Para bancar a operação inicial, eu fui em busca de um sócio capitalista. E arrumei uma pessoa, que acabou ficando com 49% das ações. Trata–se do Naul Ozi, o dono da Sopave. Um empresário que fez sua vida em consórcios de carros e imóveis. O Naul é dono da maior revendedora da Volkswagen no país. Depois o Ozi procurou um grupo de empresários, isso por conta dele, para aumentar o dinheiro injetado na AllTV, a partir dos 49% que ele possui.

Eu só não abri mão dos 51% para não perder o controle do projeto, a linha da produção. Porque senão vem um camarada que quer ganhar dinheiro rápido e vai querer mudar a programação, ou cobrar pelo acesso, e eu não vou permitir.

Enquanto a televisão foi sendo montada, esses estúdios foram sendo construídos. O Jorge Matsumi concebeu toda essa parte operacional. Eu fui atrás de alguns anunciantes fundadores para a AllTV. Eram dez cotas de fundadores e eu fui pessoalmente explicar o projeto para os empresários. Inicialmente, conseguimos sete patrocinadores. Por uma mudança até política de um dos anunciantes, acabaram ficando seis anunciantes fundadores.

Por exemplo, quando a GloboNews entrou no ar, ela colocou dez cotas de anunciantes fundadores. E a garantia que ela deu aos anunciantes foi a TV Globo. Então, se a GloboNews não decolasse, os anúncios poderiam ser revertidos na Globo. Tornava a operação algo sem riscos. Aqui não, não tenho nada para dar para os caras.

Conseguimos esses seis anunciantes, que pagam os custos operacionais da TV. Então a televisão nasceu e está zerada. Aí o que nós fizemos? Investimos em um departamento comercial que eu qualifico como um dos melhores do mercado. Temos na superintendência o Samir Razuk, que foi diretor comercial da Bandeirantes por 25 anos ou mais. E o Samir montou um departamento comercial com profissionais do mercado. Esse departamento com certeza nos dará a subsistência, depois que terminar o prazo desses anunciantes fundadores. Então o projeto está bem seguro do ponto comercial.

– Mas como funciona sem intervalos comerciais, sem break?

Mas tem comerciais no meio dos programas. O apresentador diz: “Vamos ver esse novo lançamento da Volkswagen?”, aí entra o filme da Volks, e aí volta para o apresentador.

– A AllTV fechou um acordo com a Unesco, o jornal O Estado de S. Paulo e as faculdades de jornalismo. Como vai ser esse projeto?

São duas iniciativas. Em primeiro, estamos fazendo um concurso de jornalismo, com as faculdades, com o Estadão e a Unesco. O prêmio será uma visita à sede da Unesco.

A outra iniciativa é entrar em contato com essas faculdades e pedindo que eles nos mandem suas reportagens, que serão exibidas por nós na AllTV. As matérias devem atender a algumas normas de formato e tempo. Qualquer reportagem dentro desse padrão será exibida pela AllTV.

E por que isso? Porque nós nascemos para transgredir. Transgredir deve ser o principal verbo de AllTV. E por que não temos break comercial de três minutos? Porque todas as emissoras têm break, nós temos que ser diferentes.

– Mas vocês estão fazendo isso só para serem diferentes?

Não é uma maneira nova de fazer televisão, e isso atrai muito mais o internauta. Os internautas comentam que a AllTV é uma TV sem intervalo comercial, e que isso é ideal para eles. Se eles quisessem ver intervalos comerciais, eles iriam ver a TV convencional.

Na AllTV, o espectador já tem o comando do programa. Se o internauta chia, o programa muda. O grau de controle do espectador sobre a programação é muito alto. E vamos dar o comando da reportagem para o espectador.

– Você acha que está reproduzindo o modelo da CityTV do Moses Znaimer em Toronto, ou seu modelo é diferente?

Eu fiquei um mês em Toronto com o Znaimer, quando eu estava preparando o lançamento do canal 21 da Band aqui. Eu diria que a AllTV é o canal 21 sem a família Saad por trás. O Moses não conseguiu em Toronto a agilidade que a gente conseguiu aqui, mas ele mostrou um modelo de televisão.

Copiei boas idéias. As câmeras em todos os pontos do prédio foram idéia dele, mas ele não faz mais isso hoje. A estrutura dele se fechou um pouco, enquanto a nossa vai se abrindo cada vez mais. Nós também podemos crescer, mas não podemos perder nossas características. Uma idéia que eu copiei dele foi passar imagens de câmeras de trânsito, da CET. Eu usei no canal 21 e todo mundo copiou depois, até no Rio de Janeiro se faz isso hoje.

O Moses se restringiu porque ficou grande demais. E com o advento do cabo, ele se tornou líder de audiência. E sua TV é muito local, a cara de Toronto. Seria como uma TV Campinas aqui.

– Mas a tendência não é a AllTV ter a cara de São Paulo? Ela me parece uma emissora bem paulistana…

Não, não é. A tendência é tornar a AllTV uma TV nacional e mundial. Basta ver o interesse pela TV no mundo. No Japão, na Europa.

Eu acho que tem que ter uma identidade, mas não uma identidade bairrista. Os estúdios são em São Paulo, mas temos apresentadores de outros estados. Não temos censura aqui, mas nós nos policiamos para evitar um excesso de localismo.

A intenção de ser mundial não é mera pretensão. A internet é um rede mundial, então não podemos fazer uma programação só para a cidade de SP. Apesar de 70 ou 80% dos internautas estarem concentrados aqui.

Com essas reportagens que estamos pedindo para os estudantes de jornalismo do país, poderemos ter um retrato do Brasil.

Minha luta na Rede Globo, nos quatro anos que fiquei lá, era fazer aquele pessoal entender que o Brasil não é Leblon e Ipanema. Até as piadas em programas da Globo são piadas de Ipanema e Leblon. É o mesmo que assistir um desses seriados americanos de comédia. A piada americana é muito localizada, é muito difícil achar graça. Quando eu dirigia o Faustão, eu achava isso. Achava que a piada tinha aquele sabor Ipanema–Leblon.

– E quanto ao formato? A imagem vai aumentar, vai melhorar?

O formato está dentro da possibilidade que temos hoje de streaming na internet. A imagem, em termos de tamanho e qualidade, vai melhorar à medida que a tecnologia ficar melhor.

Mas essas limitações não deixam a AllTV atada ao formato de rádio?

Se estivéssemos fixados no formato rádio, não estaríamos pensando em fazer novela na internet. Um série de ficção, criada por Ewerton de Castro, ainda este ano. A idéia a princípio era fazer com os internautas.

– Como assim? O público iria escrever o roteiro coletivamente, interpretar os personagens?

Não, nossa idéia inicial era que os internautas participassem durante a exibição do capítulo. E como isso é ainda muito ousado, resolvemos diminuir nossa ousadia e partir para uma trama fechada. Nós vamos gravar um capítulo por semana, uma história com começo, meio e fim. No começo, as histórias serão escritas pelo Ewerton, mas já no primeiro episódio vamos convidar os internautas a escreverem suas próprias histórias. Vamos fazer docu–dramas: através de reportagens, vamos documentar aquela história. [Webinsider]

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3 respostas para “AllTV: tupi or not tupi?”

  1. Márcio Pinheiro disse:

    Prezado Diretor(es),

    Parabéns pela alltv, fiquei sabendo através de um site que acompanho notícias da minha terra natal.

    Atualmente desenvolvo um projeto sóciocultural em brasília e, este projeto tem um site, gostaria de saber da possibilidade de fazermos uma parceria, eu gostaria no primeiro momento de ter a alltv no site do projeto, pode ser?.

    Estarei em SÃO Paulo no período de 10 a 20 de Dezembro próximo participando da cobertura de dois projetos parceiros do nosso aqui de brasília, caso haja possibilidade de uma parceria seria oportuno um contato pessoal para nos conhecermos, grato pela atenção.

    Abs,

    Márcio Pinheiro – Produtor Cultural a mais de 12 anos
    Idealizador do Projeto Escola Show
    (61) 9296-0465
    http://www.escolashow.com.br

  2. Valéria Vieira Couto disse:

    Penso que a nova AIITV é um avanço para a informação no mundo…hoje estamos mais globalizados com a internet, e todos temos esse recurso à mão, não estamos mais muito ligados na TV convencional porque estamos aqui o tempo todo que encontramos livre…a TV antiga está cristalizada na maioria das vezes, em programas sem muita profundidade e não são feitos pela proporção de afinidade dos telespectadores com a cultura que é veículada…na AIITV teremos a oportunidade de escolha pelos programas e a interatividade real com eles…e poderemos selecionar realmente o que queremos que faça parte de nossa idiossincrasia diária. Além do quê será fabuloso não existir mais fronteiras geográficas, com a AIITV, teremos só a diferença cultural mas estaremos lado a lado em qualquer lugar do mundo para interagirmos com os parecidos…estaremos mais ligados e poderemos saber realmente o que nos interessa naquele momento e em qual região estaremos interagindo… é fabulosa a idéia de podermos atravessar fronteiras sem sair do lugar… o físico fica , mas a alma vai aonde quiser… maravilhoso, mais um marco para o homem avançar…

  3. Zoê de Souto Vieira Couto disse:

    Achei ótima a idéia da TV na internet, gostaria de saber notícias sobre o Samir Razuk, e como poderei entrar em contato com ele nos conhecemos no congresso de imprensa estudantil em Petrópolis no Hotel Quitandinha… gostaria de reencontrar meu colega, nos falamos pela última vez em 1976…e não consigo achar o endereço eletrônico e nem o telefone dele,consegui o nome aqui pelo google nessa matéria sobre a Bandeirantes. Gostaria de saber como entro em contato com ele hoje. Meu e-mail é vazaliza@hotmail.com,Quanto a AIITV achei maravilhoso o avanço, vai ser um marco da nova TV globalizada e interativa de verdade!parabéns é Fabulosa a idéia…Se puder me ajudar agradeço desde já pela atenção. Zoê.

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