Sua empresa investe em continuidade de negócio?

Recentemente ouvi uma especialista em comunicação mencionar numa reunião: “Esta sua área é pouco conhecida. Precisa popularizar e falar mais sobre ela!”. Bom, ela estava falando sobre continuidade de negócios.

O interessante é que pessoas com idades entre 30 e 50 anos e já estão em posições gerenciais ainda têm dificuldade de entender a Gestão de Riscos e sua importância, sem preconceito.

Gerações diferentes, tecnologias diferentes, empresas e uma macroeconomia diferente. A questão não é idade é cultura. Profissionais de gestão mais antigos que não são da geração Atari e Windows ainda enxergam grande parte da TI – tecnologia da informação, segurança da informação e continuidade de negócios como CUSTO. Alguns não entendem, outros não querem entender, e outros se fazem de surdos.

Na mesma época que aqui no Brasil cinto de segurança não era obrigatório, 1988, nascia o DRI – Disaster Recovery Institute International nos EUA (www.drii.org) e o BCI – Business Continuity Institute no Reino Unido não é tão velho assim.

A questão realmente é pouco difundida no Brasil. Na década de 1980 à 1990 carro seguro era carro que tinha a lataria forte para aguentar pancadas. (É surreal isso!)

Hoje não se vive ou se mantém uma empresa sem pensar e investir nestas proteções. Note nosso governo e a falta de governança em riscos dele. É o reflexo clássico desse pensamento cultural brasileiro.

Somos reativos e não preventivos. Isto é cultura no Brasil.

Gerenciar riscos é estar preparado. Como? Definindo a responsabilidade da administração, implantando o processo na empresa de forma séria, medindo, melhorando, capacitando todos os funcionários.

Segue um pequeno vídeo interessante sobre continuidade de negócios para ajudar a entender:

[Webinsider]

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Jeferson D’Addario é sócio fundador da DARYUS Consultoria, consultor sênior há mais de 15 anos em TI, Gestão de Riscos e Continuidade de Negócios.

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