Está quase na hora de chamar o palmtop de PC

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Wladimir Crippa

Um breve comentário sobre os nomes que usamos, mesmo que fiquem desassociados de seu sentido original: é o caso dos PCs, ou micros desktop (os da Apple inclusive).

Os primeiros computadores ocupavam salas enormes, com centenas de metros quadrados. Naquela época, o computador pessoal era completamente inimaginável.

Os anos passaram e Steve Jobs e a Apple, entre outras pessoas e empresas, revolucionaram o mundo com o Personal Computer. O computador ao alcance de qualquer pessoa, utilizado para as mais diversas tarefas.

Durante muito tempo este padrão foi chamado, de forma correta, de computador pessoal.
Mas então surgiram os palmtops, da U.S Robotics, depois vendida para a 3Com. Os primeiros modelos eram pouco mais que agendas. Logo a 3Com transformou sua divisão de palmtops na Palm Inc. e os avanços feitos foram muitos.

De super–agendas eles passaram a receber e enviar e–mails, hospedar suítes offices, ganharam acessórios como GPS, câmeras fotográficas, bluetooth, recursos multimídia…

Hoje os recursos de um palmtop são mais do que suficientes para o uso diário da maioria dos usuários de computadores (veja matérias ao lado). Nesta velocidade, logo podemos imaginar que os computadores propriamente ditos, os desktops, ficariam para uso nas artes gráficas, produções multimídias, programação, e, claro, boa parte das tarefas realizadas nas empresas.

Não seria então hora de repensar o sentido do termo PC? Qual é verdadeiramente um computador pessoal? Aquele que está em cima de uma bancada ou uma mesa, ou aquele que está no seu bolso e o acompanha durante todo o dia? [Webinsider]

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Artigos de autores diversos.

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