Press release da e–bit, empresa de pesquisa e marketing online, divulga a oitava edição do relatório Web Shoppers, elaborado em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.
Trata–se de um relatório com indicadores sobre o crescimento do comércio brasileiro pela internet reunidos pela e–bit, que procura traçar um raio–x do perfil dos consumidores a partir de dados provenientes de mais de um milhão de pesquisas coletadas na “boca do caixa” de cerca de 400 lojas virtuais brasileiras em um período de três anos.
As principais conclusões do estudo são:
– A expectativa de crescimento para o comércio eletrônico brasileiro em 2003 é de aproximadamente 45%;
– O faturamento do setor deve superar a casa de R$ 1,2 bilhões, contra R$ 900 milhões em 2002. Só no primeiro semestre de 2003, o comércio eletrônico faturou R$ 500 milhões, contra R$ 335 milhões do mesmo período de 2002;
– O tíquete médio das compras virtuais, de maio de 2002 a maio de 2003, subiu cerca de 20%. De R$ 234,00 para R$ 289,00;
– As pessoas que compram pela internet estão mais satisfeitas do que nunca. Segundo o índice e–bit/PwC, cerca de 86,5% das pessoas que compraram pela internet em junho de 2003 ficaram satisfeitas com suas compras;
– Um dos principais responsáveis pelo aumento da satisfação dos consumidores foi a melhora no cumprimento do prazo de entrega das lojas virtuais;
– O perfil do consumidor (que a empresa chama de e–consumidor) é de pessoas das classes A e B, com renda média de R$ 3.900,00 e alto grau de escolaridade;
– Os produtos mais vendidos pela internet continuam sendo os CDs, títulos em DVD, livros e revistas. Mesmo assim, desde o final do ano passado, houve um grande crescimento na participação de produtos eletroeletrônicos, principalmente o DVD player.
– Os dias preferidos dos e–consumidores para as compras virtuais são os dias da semana, durante o horário comercial e o seu meio de pagamento preferido é o cartão de crédito.
“Depois de 3 anos de trabalho na e–bit, pudemos detectar que o setor do comércio eletrônico brasileiro amadureceu muito. As lojas virtuais passaram a ter operações bem estruturadas e conquistam novos adeptos da comodidade de adquirir produtos sem sair de casa – ou do trabalho. Esses consumidores estão comprando mais e gastando mais”, comenta Pedro Guasti, diretor geral da e–bit. “As perspectivas para quem decidir investir nesse mercado são muito boas, mas ainda há muito trabalho a fazer”.
O presidente da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, Gastão Mattos, considera muito importante o índice 86% de alta satisfação dos compradores na internet brasileira registrado pela pesquisa, que coleta informações junto a consumidores após realizarem compras em aproximadamente 400 lojas virtuais.
Segundo Mattos, este número mostra o grau de excelência da web nacional e o know–how das lojas virtuais brasileiras. “Estamos chegando ao número de 2,5 milhões de compradores na internet brasileira e o faturamento do varejo online (sem contar carros e passagens aéreas) está crescendo 45% em relação ao ano passado. Esse número nos faz projetar um crescimento de até 50% no acumulado do ano, a ser comemorado em dezembro de 2003″. [Webinsider]









