Há algum tempo fiz cartões de visitas. Se entreguei uns dez foi muito. Hoje nem sei onde eles estão.

Os negócios estão indo mal?

Ao contrário. Tanto a minha carreira como analista de conteúdo quanto a de escritor estão evoluindo bem. O interessante é que a forma de apresentação do nosso perfil profissional mudou um pouco nesses últimos anos.

Em 2003 quando comecei, era fácil distribuir dezenas de cartões por mês, mesmo com uma baixa demanda de serviços e reuniões.

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Uma década depois continuo divulgando a minha marca e habilidades, mas os clientes e prospects agora pedem outra forma de apresentação.

Alguns pedem o link para os meus sites, muitos já pedem diretamente o perfil nas redes sociais, fan pages etc.

Interessante não é?

Isso tem uma explicação. Gostemos ou não, é nas redes sociais que o movimento acontece, tanto para empresas multinacionais quanto para prestadores de serviços.

Fazendo uma estimativa, dos meus dez últimos negócios, oito aconteceram devido à presença online nessas redes.

Cases

  • Um gestor viu uma divulgação de um artigo meu no Twitter, interessou-se pela abordagem do tema e me contratou para criar uma campanha de conteúdo para a sua empresa.
  • Depois de divulgar um post no LinkedIn falando sobre a importância de atrelar a marca a conteúdos relevantes, fui chamado para reestruturar todas as informações de um site de uma multinacional.
  • Ao falar de presença online no Facebook, fui chamado por uma empresa para coordenar ações de comunicação de uma linha de serviços personalizados.
  • Depois de comentar sobre meus livros e contos nas redes sociais tive contatos de muitas pessoas que gostaram do tema, mas queriam saber mais antes de comprar. E várias delas leram as minhas histórias e até hoje conversamos bastante.

Enfim, esses são alguns exemplos para ilustrar a importância de se trabalhar a nossa marca nesses tempos de pessoas hiperconectadas.

E isso não quer dizer que precisamos ser “internautas-modelo”, ao contrário! Quem me acompanha vê que solto besteiras, críticas e não levo a vida tão a sério, entretanto, sempre compartilho conteúdos interessantes e conhecimento. E esse é o valor das redes sociais: mostrar que há uma pessoa por detrás da tela.

Eu aposto que nos próximos anos os negócios e profissionais “quadradões” vão perder força, mesmo as corporações estão deixando de ser assim. E isso não quer dizer diminuir a qualidade. Na verdade é preciso aumentá-la, trabalhar nos detalhes, nos diferenciais e na criação de soluções exclusivas, em todas as áreas do conhecimento.

Nós precisamos nos reinventar sempre e usar a tecnologia como suporte para as nossas habilidades e conhecimento, pois ela é sempre um meio, nunca o fim!

Assim, se hoje, as redes sociais têm grande impacto no dia a dia de pessoas e empresas, vamos trabalhar nelas. Se amanhã surgir alguma interface nova, vamos aprender e extrair todo o potencial dela.

Esse é o espírito do nosso tempo.

E quem não entender esse conceito pode ficar para trás.

Concorda?

Até mais! [Webinsider]

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