Quem vai lucrar com a Internet das Coisas?

Nova Escola de Marketing
19 de novembro de 2014

Pesquisa revela novas oportunidades de negócios para empresas de TI e startups. Veja quais as áreas com melhores perspectivas de retorno.

A Internet das Coisas está preparada para gerar novas oportunidades de negócios tanto para empresas de tecnologia da informação (TI), como para startups, de acordo com pesquisa divulgada pela CompTIA.

Enquanto executivos de TI estão igualmente divididos sobre a questão se a Internet das Coisas é uma realidade ou uma campanha publicitária, a pesquisa Sizing up the Internet of Things,  afirma que a Internet das Coisas é uma complexa  mistura de hardware, software, regras e serviços em um ecossistema que criará muitas novas oportunidades de negócios.

Inúmeros elementos da Internet das Coisas estão enraizados em componentes da TI tradicionais, o que é uma boa notícia para empresas de TI experimentarem a construção e a interconexão de sistemas complexos, disse Marco Carvalho, agente da CompTIA Brasil.

Ao mesmo tempo, em que estamos propensos a ver o surgimento de muitas novas empresas focadas em aspectos específicos destes sistemas – tais como: análise de dados e dispositivos – sabemos que o verdadeiro valor da Internet das Coisas virá da combinação e conectividade de todas essas as peças.

Projeções estimam que o número de dispositivos conectados em todo o mundo crescerá de 14,4 bilhões em 2014 para mais de 50 bilhões até 2020.

E, como em qualquer nova tecnologia, uma questão está sempre no centro das discussões: como e quem irá ganhar dinheiro?

Os executivos de TI pesquisados identificaram as seguintes empresas como as mais prováveis para lucrar muito:

  • Empresas de dispositivos – 45%
  • Empresas de análises e Big Data – 43%
  • Empresas com conhecimento em integrar serviços utilizando APIs – 35%
  • Provedores de soluções de TI – 30%
  • Operadoras de telecomunicações e empresas de cabo – 26%
  • Empresas de software e equipamentos de rede – 25%
  • Empresas de sensores e chips – 23%
  • Fornecedores de plataforma e ecossistema – 15%

Os dados da pesquisa revelam um elemento de incerteza em torno da Internet das Coisas, provavelmente levando alguns a reter o julgamento até que todo o ecossistema fique mais maduro.

Enquanto a indústria de TI encontra-se no centro do desenvolvimento, suporte e manutenção da Internet das Coisas, receita e valor são esperados para fluir por todos os setores da economia. As empresas têm uma perspectiva de lançamentos de atividades inteiramente novas, podendo explorar áreas totalmente inovadoras.

Os executivos de TI identificaram várias áreas onde a Internet das Coisas deve gerar maior impacto e entregar valor em longo prazo.

Como?

  • Criando novas oportunidades de receita e de negócios com sistemas conectados (por exemplo: cidades inteligentes e veículos conectados);
  • Controlando e monitorando peças recém-ligadas de equipamentos;
  • Coletando novos fluxos de dados;
  • Adicionando inteligência a objetos anteriormente “burros” e a sistemas;
  • Coletando informações contextuais de clientes.

“O verdadeiro valor da Internet das Coisas reside não apenas nos dados que serão gerados e capturados, mas por meio da análise dos dados apresentar  conclusões em uma forma utilizável”, complementa Carvalho.

Mais informações estão disponíveis no SlideShare: http://www.slideshare.net/comptia/sizing-up-the-internet-of-things.

O documento completo esta disponível no link: http://www.comptia.org/insight-tools. [Webinsider]

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