O dia em que a TI terá os sistemas integrados

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Victor Pichardo

A infra–estrutura dos Sistemas de Informação no coração das empresas de hoje foi desenvolvida lentamente ao longo dos anos, geralmente de forma desarticulada e atendendo a certos requisitos que, como sempre, foram aumentando constantemente.



Entretanto, a tecnologia avançou em várias áreas: hardware, sistemas operacionais, bancos de dados, middleware e, finalmente, as aplicações, todas elas apoiadas umas sobre as outras, unidas fortemente por um software proprietário que, por sua forma de atuação, resultou, muitas vezes, em um sistema rígido, complexo e de difícil adaptação.



A extensa adoção de software baseado em padrões web desde a década passada tem levado a tecnologia a um novo patamar de amadurecimento, o que permite às empresas adotar um novo rumo na forma pela qual integram seus ativos de informação para agregação de valor, tal como acontecia no passado, mas com maior velocidade.



Apesar disso, enquanto entramos em uma era de informação que promete aplicações mais ricas e robustas, muitas empresas se vêem freqüentemente impedidas de realizar algumas das transações mais elementares de negócios de maneira integrada, que se pudessem ser realizadas, as deixariam mais ágeis e prontas para os novos rumos da economia digital.



Por outro lado, continuam incessantemente as prioridades dos negócios como reduzir o custo por transação e otimizar a velocidade de resposta das aplicações para melhor aproveitar as novas oportunidades de negócios.



Integração é um requisito chave. Essas prioridades, se tomadas em conjunto, resultam em requisitos de integração que devem permitir às empresas aprimorar processos de ponta a ponta – como esses que acontecem em tempo real e que oferecem informações online (sempre levando–se em consideração a questão da segurança) – mas que além disso, sejam versáteis o suficiente para ajustar–se rapidamente ao modelo de negócios, em constante mutação.



Todo esse processo deveria ser desenvolvido de forma tranqüila, entretanto uma estratégia de integração corporativa envolve algumas variáveis que vão desde a conversão sintática de bases de dados, passando por conectividade até rastreamento baseado em conteúdo, um conjunto de fatores capazes de inviabilizar qualquer projeto.



Mas, finalmente pela primeira vez na história de TI, alguns estudos realizados por entidades prestigiadas demonstram que, em um breve futuro, uma grande porcentagem dos novos projetos de negócios implicarão na integração de aplicações e que a mesma será feita via middleware. Uma alta porcentagem dos novos projetos irá utilizar componentes baseados em padrões de internet denominados “Web Services”, os quais serão publicados via middleware.



Essa última estratégia é a mais adequada para integração das plataformas e da infra–estrutura de sistemas das empresas, bem como para firmar as bases de sua participação nos processos da economia digital.



Redes sim fio e transações de aplicações entre parceiros. Porém, apesar de finalmente a tão esperada integração parecer estar muito próxima de acontecer, a integração via Web Services requer o balanceamento de certos tipos de tecnologia no ambiente de middleware.



E é fundamental nesse contexto, a criação de soluções desenvolvidas para tirar proveito das novas tecnologias e para oferecer uma plataforma institucional flexível e completa, já que vão além da integração de sites web tradicionais, para dar suporte aos novos modelos da economia digital, incorporando modalidades como a informação móvel e transações entre aplicações de parceiros de negócios.



Só assim, estaremos efetivamente preparados para um futuro em que a integração poderá ser algo quase tão natural quanto um click de mouse. [Webinsider]


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Artigos de autores diversos.

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